terça-feira, 31 de agosto de 2010

Lula e o preconceito dos poderosos

Apesar da imprensa negar, candidatura de Ideli começa a deslanchar


É o que afirma o presidente estadual do PT, José Fritsch, coordenador de campanha de Ideli Salvatti. Fritsch aposta que o crescimento da Dilma em Santa Catarina vai trazer o eleitor para votar na Ideli. Ele cita outra fato importante, que é a questão do Partido dos Trabalhadores sempre ter uma arrancada boa na reta final das eleições. "Foi assim na eleição de Ideli para Senado e assim com a Dilma, que começou a campanha para presidente bem atrás do então líder nas pesquisas Jose Serra".

Fritsch afirma que já era esperado o crescimento de Colombo(DEM/PSDB) e vislumbra um confronto entre ele e Ideli no segundo turno. “com a vinculação de Ideli a candidatura de Dilma, vamos chegar ao segundo turno. O povo sabe que a Ideli é do time do Lula, que esteve com ele em todos os momentos e faz parte de tudo de positivo que está acontecendo no país, ao contrário do nosso adversário, que foi do contra o tempo todo”.

Na sexta-feira, a última pesquisa do Ibope colocou Dilma dois pontos percentuais à frente de Serra em Santa Catarina, um empate técnico (40% a 38%). Na pesquisa anterior, do dia 6 de agosto, Serra aparecia com 11 pontos de vantagem.

“Isso mostra um deslocamento do eleitorado a favor de Dilma em que 92% da população catarinense aprova o Governo Lula e conseqüentemente Ideli”.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ghizoni o Senador A Favor de Santa Catarina

Diga Não ao retrocesso


Centrais sindicais unidas no mesmo projeto para o Brasil

Essa é a campanha que está sendo feita hoje em todo estado de santa Catarina, por todas as centrais sindicais do país. A panfletagem e todos os debates e assembléias tem como objetivo, divulgar o programa de desenvolvimento aprovado pela conferencia nacional da classe trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos. A geração de 14 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura.

Serra: impostura e golpe contra os trabalhadores

O candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma coisa, nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo, sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores. A mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano.

A verdade

Seguro-Desemprego - Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.

FAT - Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.

Assembléia Nacional Constituinte (1987/1988) - José Serra votou contra os trabalhadores:

a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;

b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;

c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;

d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;

e) não votou pelo aviso prévio proporcional;

f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;

g) não votou pelo direito de greve;

h) não votou pela licença paternidade;

i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.

Por isso, o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), órgão de assessoria dos trabalhadores, deu nota 3,75 para o desempenho de Serra na Constituinte.

Revisão Constitucional (1994) - Serra apresentou a proposta nº 16.643, para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição.

É por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a cacetadas e gás lacrimogênio os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo.

As Centrais Sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura.

Antonio Neto – presidente da CGTB

Wagner Gomes – presidente da CTB

Artur Henrique – presidente da CUT

Miguel Torres – presidente da Força Sindical

Jose Calixto Ramos – presidente da Nova Central

Aqui em Santa Catarina, até a UGT aderiu a campanha de Dilma. Agora vamos também, levar Ideli a Vitória.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ghizoni o Senador da Dilma

Ghizoni visita Sombrio e Araranguá



Ghizoni fez caminhada pelo Centro de Sombrio, na companhia de Polaco, Ex-Prefeito da cidade e candidato a Deputado Estadual 13789. Eles foram muito bem recebidos pelos moradores e aproveitaram para conversar com representantes do comércio local, distribuíram a cartilha de campanha, tomaram cafezinho e conversaram com diversos populares.

Depois esteveram na Rádio Amorim, no programa do radialista Cláudio Silva, acompanhado do vice Prefeito de Araranguá, Sandro Maciel. O candidato ao Senado afirmou que a Coligação A Favor de Santa Catarina está muito forte, e que Ideli vai vencer essas eleições.

Ghizoni reforçou sua experiência em Brasília e disse que será para Dilma o mesmo o que Ideli foi para o Lula, sendo que o Senado não pode mais ser oposição ao presidente.

Ghizoni esteve também na Rádio Araranguá AM 1290, no programa de Elias Pavani, Estúdio 1290, e lembrou sua participação no processo de redemocratização do país, onde conheceu diversas personalidades de nosso país, como Ulisses Guimarães e nosso presidente Lula.

Ghizoni lembrou que Lula gerou mais de 14 milhões de empregos, a Escola Técnica e um campi da Universidade Federal em Araranguá.

“São projetos que não podem parar assim como a retomada da indústria calçadista da região Sul de Santa Catarina”.

Ressaltou a importância das Olimpíadas no Brasil e da necessidade de formar atletas para o maior evento esportivo de mundo. O trabalho será intenso, ainda não há infraestrutura e projetos de qualidade para atender os futuros atletas.

Tv Canal 20

No Programa Hélio Henrique, da TV Canal 20 de Araranguá, a ser exibido no dia 6 de setembro, às 13h, Ghizoni falou sobre sua importante trajetória na Fesporte, onde retomou os jogos escolares e criou o Parajasc. Também aproveitou o programa para lembrar o papel do Senador, que é elaborar leis e fiscalizar o executivo.

“O Senado é a representação do Estado, com 3 representantes, que também trabalha cuidando de nossas relações internacionais”, disse.

Ghizoni falou sobre o papel do Senador, que é olhar por toda Santa Catarina. “É preciso trabalhar em conjunto, já que o Senado canaliza os recursos para o estado e cuida do orçamento. Também irei lutar contra a precarização do serviço público”.

Ghizoni falou da importância do esporte como fator fundamental na educação, sendo um fator de ascensão social. A educação deve ficar mais atrativa, principalmente nas comunidades carentes, com políticas afirmativas, atacando as causas das diferenças sociais, como a falta de infraestrura nas comunidades pobres.

Visita ao amigo Giovani

Giovani Elias, dono da Contempla, Indústria de Casas de Concreto, é amigo de Universidade de João Ghizoni. Os dois participaram ativamente do movimento estudantil na UFSC, no processo de redemocratização e de ações políticas aos acadêmicos. Giovani recebeu com muita alegria o candidato e fez questão de apresentá-lo a todos seus funcionários. Após o encontro Ghizoni fez uma visita a Fábrica Contempla, Ghizoni falou aos operários da importância de ajudar o Governo Federal nas ações concretas de acesso aos bens materiais, como o Luz Para Todos, Minha Casa Minha Vida e a duplicação da BR 101.

Casa Lar

Ghizoni visitou A Casa Lar que atende 285 crianças e serve mais de 13 mil refeições mensais. São 16 anos de trabalho com mais de 25.000 jovens com um futuro melhor, vítimas do abando dos pais. Zé Rosa é coordenador na Casa Lar e Ghizoni afirmou que quer implantar o Projeto Segundo Tempo na instituição, para garantir ainda mais o futuro dos jovens.

Panfletagem Ararangupá

Em panfletagem pelo Centro de Araranguá, no calçadão da rua Getúlio Vargas, Ghizoni contou com o apoio da juventude do PT para a distribuição de panfletos. Mais uma vez Ghizoni foi bem recebido pela população, que com simpatia afirmou que quer um voto de mudança, com mais geração de emprego, trabalho, educação e saúde. Após esse evento, visitou o Prefeito de Araranguá, Mariano Mazzuco.

Ghizoni disse que as eleição para o Senado ainda não está ganha e que muita coisa pode mudar. Com a onda vermelha de Dilma, Ideli e Vignatti podem ainda crescer muito e conquistar as eleições.

Comitê PT Araranguá

Na sua despedida da campanha em Araranguá, no Comitê do PT da cidade, Ghizoni lembrou de seu trabalho na fundação do PCdoB de Santa Catarina. “O PCdoB sempre esteve junto com o Lula em todas as eleições. Hoje não sou mais o candidato do meu partido, mas sim, o candidato de todos os partido e do povo que apóia a Coligação A Favor de Santa Catarina”, disse.


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quarta-feira, 25 de agosto de 2010


Sensus: 61% confiam na vitória de Dilma; Serra tem rejeição alta

Pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24) mostra a candidata da coligação "Para o Brasil Seguir Mudando" à Presidência, Dilma Rousseff, quase 18 pontos à frente nas intenções de voto em relação ao seu principal adversário. Dilma aparece com 46%, contra 28,1% de José Serra (PSDB).

Em terceiro lugar está a senadora Marina Silva (PV) com 8,1%. Votos em branco, nulos e indecisos somam 16,8%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Em relação à última pesquisa, no início de agosto, Dilma cresceu 4,4%, enquanto Serra caiu 3,5%. A ex-ministra da Casa Civil liderava com 41,6%, Serra aparecia com 31,6% e Marina registrava 8,5%.
"É uma eleição tecnicamente decidida em primeiro turno a partir dos dados de hoje. Dilma tem 55,3% dos votos válidos e os demais candidatos têm 44,7%", explicou Clésio Andrade, presidente da CNT.
“Não estamos afirmando que a eleição terminou. A eleição só acontece no dia 3 de outubro, mas nunca vimos uma pessoa com 40% ou mais de intenção de votos não ir para o segundo turno", esclareceu o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, no sentido de indicar que dificilmente haja uma reviravolta do cenário eleitoral estudado pelo instituto.
Outros institutos como o Datafolha, Vox Populi e Ibope também já projetam a possibilidade de vitória no primeiro turno.
Segundo turno
A 103ª edição da pesquisa fez uma simulação de segundo turno entre a candidata petista e o tucano. Nela, Dilma aparece com 52,9%, contra 34% do ex-governador de São Paulo. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13,%.
Nesta edição da pesquisa, não houve simulação de segundo turno entre Marina e Serra e Dilma e Marina.
Na pesquisa espontânea – a que os nomes de candidatos não são indicados aos entrevistados - Dilma aparece com 37,2% das intenções de voto, contra 21,2% de Serra e 6% de Marina Silva. Brancos, nulos e indecisos representam 30,6%.
Propaganda política
Para Andrade, esses “bons resultados se devem ao Bolsa Família, a popularidade do presidente Lula e o programa eleitoral [na televisão] de ótima qualidade”.
Um total de 42,9% dos entrevistados afirmaram acompanhar o horário eleitoral gratuito. Destes, 56% disseram que Dilma foi a candidata que apresentou a melhor propaganda eleitoral. Já para 34% dos entrevistados, a performance do tucano foi melhor e 7,5% avaliaram que a candidata do partido verde teve a melhor exposição na propaganda eleitoral.
Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, o programa eleitoral da candidata do governo teve boa aceitação com uma imagem de leveza, com um programa que emocionou e mostrou resultados. De acordo com Guedes, o candidato tucano, principal adversário de Dilma, foi prejudicado pelo "episódio da escolha do vice", pela "questão da judicialização da campanha" e pela "demonstração de ser contrário à política do presidente Lula".
Expectativa de vitória
Os entrevistados também foram questionados sobre quem ganharia as eleições para presidente da República neste ano, independentemente do voto do eleitor. Segundo o levantamento, 61,8% apontaram Dilma como vencedora, enquanto outros 21,9% indicaram Serra. Para 1,3%, Marina Silva é a favorita. O índice de entrevistados que não responderam ou não souberam totalizou 14,2%.
Em relação à pesquisa realizada em julho, a expectativa de vitória de Dilma subiu quase 15 pontos percentuais. Na ocasião, a petista tinha 47,1%, Serra contava com 30,3% e Marina tinha 2,2%. Não responderam e não souberam: 16,7%.
Rejeição dos candidatos
A rejeição de Marina Silva e José Serra teve um crescimento expressivo nesta pesquisa se comparada com a anterior. Hoje, 40,7% dos ouvidos não votariam “de jeito nenhum” em Serra, enquanto que na edição anterior eles somavam 30,8%. Em relação à Marina, 47,9% não votariam nela, ante 29,7% na pesquisa anterior.
Já o percentual de Dilma de rejeição se manteve estável levando em conta a margem de erro. O atual é de 28,9% e na pesquisa passada era de 25,3%. A petista também subiu a sua aceitação como “única candidata em quem os entrevistados votariam”, com 39,8% nesta pesquisa e na passada, 34,6%.
Para 22,6% dos ouvidos, Serra aparece como o único que votariam, contra 25,5% da edição anterior. Para Marina, 8,3% a indicaram como a única candidata possível. No levantamento anterior, eles somavam 10,9%
Ricardo Guedes, do Sensus, aponta que, em 23 anos de existência do instituto de pesquisa, nunca ninguém foi eleito com a rejeição que Serra apresentou nesta pesquisa. “O candidato está com índice de rejeição alto, 40,9%. Perde-se a chance de ganhar a eleição”, diz Guedes.
Dados regionais
Das cinco regiões do país, Dilma aparece em primeiro lugar em quatro delas, com exceção do Sul, onde José Serra venceria as eleições com 47,8% dos votos. A petista aparece em segundo lugar com 35,7%, seguida por Marina Silva, com 6,9%. Brancos, nulos e indecisos representam 9,3% dos votos.
Na região Nordeste, a ex-ministra da Casa Civil tem seu melhor resultado, com 62,1%. Serra aparece com 19,8% e Marina Silva, com 6,4%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,1%.
As regiões Norte e Centro Oeste são analisadas juntas e apontam Dilma com 45%, Serra com 25,5% e Marina com 7,6%. Brancos, nulos e indecisos chegam a 20,5%.
Na região Sudeste, a diferença entre Dilma e Serra é menor. A petista lidera com 39,2%, o tucano com 27,6% e a candidata verde aparece com 9,7% dos votos. Brancos, nulos e indecisos representam 21,8% dos votos.
Votos por gênero
Entre os entrevistados, 49,4% dos homens votariam em Dilma, 28,7% optariam por Serra e 7,6% escolheriam Marina Silva. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13%.
Já a avaliação das mulheres indicou que 42,9% votariam em Dilma, 27,4% em Serra, 8,4% em Marina.e 20,3% ainda estão indecisas ou votariam em branco ou nulo.
Nesta edição, o governo Lula e o desempenho pessoal do presidente não foram avaliados com os entrevistados.

Com agências

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Programa de TV 2 - 17/08 - Noite

Nova pesquisa mostra Dilma com 18 pontos de vantagem sobre Serra



Pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta terça-feira (24) mostra a presidenciável Dilma Rousseff, da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, à frente das intenções de voto, com 46 %. Seu principal oponente, o candidato demo-tucano, José Serra, despencou para 28,1%.

Em terceiro lugar, está a senadora Marina Silva (PV) com 8,1%. Votos em branco, nulos e indecisos somam 16,8 %. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Na última pesquisa, a ex-ministra da Casa Civil do governo Lula liderava com 41,6%. Já Serra aparecia com 31,6%, enquanto Marina registrava 8,5%. Votos em branco, nulo e indecisos representavam 14,3%.

A pesquisa fez também uma simulação de segundo turno. Nela, Dilma aparece com 52,9%, contra 34 % do ex-governador de São Paulo. Dentro desse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 13,2 %.

Na pesquisa espontânea — a que os nomes de candidatos não são indicados aos entrevistados —, Dilma aparece com 37,2 % das intenções de votos, contra 21,2 % de Serra e 6% de Marina Silva. Brancos, nulos e indecisos representam 30,6%.

Para a 103ª Pesquisa CNT/Sensus, foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 20 e 22 de agosto de 2010. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 24903/2010.

Da Redação, com agências

domingo, 22 de agosto de 2010

Dilma deve crescer ainda mais nos próximos programas eleitorais



A parcela da população que ainda não assistiu aos programas eleitorais na TV representa 66% do eleitorado e é formada sobretudo pelos menos escolarizados e mais pobres – segmentos em que a candidata Dilma Rousseff se sai melhor.

Segundo pesquisa Datafolha realizada na sexta-feira (20) a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando tem vantagem ainda maior, de 24 pontos, sobre Serra entre os 34% dos eleitores que viram a propaganda eleitoral gratuita.

Essa diferença mostra a consolidação do potencial de transferência de Lula para sua candidata, com a associação direta entre os dois feita pela propaganda eleitoral.

"Considerando o efeito dos primeiros dias de campanha na TV entre os eleitores que viram os programas, é razoável supor que Dilma tem potencial de crescimento entre os que ainda não viram", afirma Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

Propaganda na TV


No cenário global, Dilma tem 47% das intenções de voto, contra 30% de Serra e 9% de Marina Silva (PV), resultado que daria à petista vitória no primeiro turno se as eleições fossem hoje – a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os que declararam ter visto ao menos uma vez a propaganda na TV, Dilma sobe para 53%, enquanto Serra tem 29% e Marina Silva, 11%.

Entre os 66% que não viram os programas na TV, a diferença entre Dilma e Serra é de 13 pontos: 44% a 31%, respectivamente.

A menor audiência da propaganda eleitoral na televisão se deu entre os que têm apenas ensino fundamental. Nesse grupo, 28% viram os programas, contra 37% dos que têm ensino médio e 45% dos mais escolarizados.

Os menos escolarizados são metade dos eleitores que não assistiram à propaganda. Nesse segmento Dilma teve seu melhor desempenho, aumentando uma diferença de 5 pontos na pesquisa anterior para 19 agora.

No corte por renda, o cenário também é favorável a Dilma. Os mais pobres são 51% dos eleitores que ainda não viram os programas eleitorais na TV. Nessa fatia do eleitorado, a petista tem 20 pontos de vantagem.

Entre os que têm renda familiar mensal de até dois salários mínimos, 30% viram a propaganda, percentual que sobe entre os que ganham mais de dois a cinco mínimos (35%), mais de cinco a dez (46%) e mais de dez (45%).

Fonte: Jornal Folha de S.Paulo

sábado, 21 de agosto de 2010

Dilma abre 17 pontos de vantagem e confirma vitória no 1º turno





A primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e TV mostra que a candidata à Presidência Dilma Rousseff – da coligação Para o Brasil Seguir Mudando – dobrou sua vantagem sobre o tucano José Serra. Os novos números confirmam que se a eleição fosse hoje Dilma seria eleita no primeiro turno.

Segundo a pesquisa realizada nesta sexta-feira (20) em todo o país, com 2.727 eleitores, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12 de agosto, a petista aparecia com 41% contra 33% do candidato demo-tucano.

A diferença entre os presidenciáveis subiu de 8 para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.

Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 4% e os indecisos 8%.

Nos votos válidos – em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos – Dilma tem 54%. Com um índice acima de 50%, ela encerraria a disputa em 3 de outubro.

Entre os eleitores que assistiram a propaganda eleitoral gratuita – iniciada na última terça-feira (17) – Dilma tem 53% e Serra, 29%.

A candidata desenvolvimentista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos – exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).

Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Por outro lado, sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

Mulheres com Dilma

Dilma também lidera pela primeira vez entre as mulheres. Na semana anterior, eles apareciam empatados com 35% das intenções de voto. A nova pesquisa mostra que ela abriu 12 pontos de vantagem nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.

A liderança de Dilma no eleitorado masculino é de 52% contra 30% de Serra. Marina da Silva tem 8%.

Empate no Sul

Dilma e Serra aparecem empatados no Sul do país. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, a vantagem do tucano era de 13 pontos - 45% a 32%.

Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.

No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.

Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.

Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver a lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.

Da Redação com agências

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Um correspondente analisa os programas eleitorais no Brasil


19 de agosto de 2010 às 16:35


Brazil’s election: who’s your choice?
August 18, 2010 8:52pm
by Jonathan Wheatley

Em blog do Financial Times

Se a primeira rodada de propaganda na televisão serve de guia, Dilma Rousseff vai dar um passeio para se tornar presidente do Brasil em 3 de outubro.

Aqui estão os dois primeiros programas de Dilma, transmitidos na hora do almoço e na noite de terça-feira.

O principal concorrente dela é José Serra. O programa noturno dele está aqui. O programa dele da hora do almoço está no site da campanha mas não toca, assim estou incluindo o link de uma versão que aparentemente apoiadores dele gravaram assistindo TV.

A diferença entre as campanhas é, como se diz em português, gritante.

O profissionalismo e a qualidade da produção do programa de Dilma fala por si. Os do Serra parecem quase amadores em comparação. Isso é a primeira coisa que os eleitores vão notar e seria difícil subestimar a importância disso.

A mensagem de Dilma, igualmente, a coloca bem adiante. O primeiro programa é um delicado affair que apresenta Dilma, a pessoa, para milhões de eleitores que sabem muito pouco sobre ela. (Destaca o ex-marido e a filha, embora evite menção ao recente linfoma que ela enfrentou).

O segundo é mais dinâmico e é apresentado como uma dupla ação entre Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente e o homem que a escolheu para ser ministra-chefe e sucessora. Depois de quase oito anos no poder Lula está no ápice de sua popularidade. Não poderia haver apoio mais poderoso.

Serra escorrega por todo canto. Seu primeiro comentário é admitir que o Brasil foi bem sob Lula. A maior parte do resto do tempo é dedicado às suas conquistas como ministro da Saúde. Você pensaria que ele está concorrendo ao ministério da Saúde.

Fonte:

http://www.viomundo.com.br/politica/um-correspondente-analisa-os-programas-eleitorais-no-brasil.html

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Dilma reúne uma multidão em Florianópolis na maior manifestação destas eleições!



12/08/10

A visita da candidata Dilma Rousseff, da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, mobilizou cerca de 2000 pessoas, na tarde de quinta feira, nas ruas centrais de Florianópolis. Foi à maior manifestação de campanha até o momento no Estado de Santa Catarina. Estiveram presentes dirigentes e militantes de todos os partidos coligados, PCdoB, PT, PMDB, PDT, PR, PRB, PSB, PSC, PTC, PTN.

Destacou-se a presença massiva dos militantes e dirigentes dos partidos da coligação A Favor de Santa Catarina, que apóiam Ideli Salvatti ao Governo do Estado PT, PCdoB, PRB, PR, PSB, PHS, PSDC, PRTB, além de muitos prefeitos como João Mattos, Sabino Bussanello, Paulo Eccel, Djalma Berger, entre outros.


As ruas centrais ficaram tomadas por centenas de pessoas com suas bandeiras, faixas e até uma reivindicação dos enfermeiros pela redução da jornada de trabalho foram anotadas pela candidata Dilma Rousseff, que estava acompanhada de Ghizoni, Ideli, Vignatti, Manoel Dias, Fritsch, Paulo Afonso, entre outros.

Durante a caravana, entre Praça Miramar e o Mercado Público, Dilma recebeu flores, acenou para os militantes, moradores e trabalhadores que foram até a janela dos prédios no centro histórico de Floripa, autografou camisetas e cantou com a militância o jingle da campanha. A caminhada durou cerca de 40 minutos e chamou a atenção de comerciantes de rua, idosos que estavam na praça e dos trabalhadores do comércio em geral.

Mais cedo, Dilma, acompanhada de Ghizoni, havia concedido entrevista ao programa Painel RBS, da TV COM, e participado de almoço na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Na saída da RBS TV, Dilma foi recebida por um grupo de moradores da comunidade (qual comunidade?). Eles foram agradecer o empenho dela e do governo federal para melhorar suas condições de moradia. Falar obras PAC

Na Fiesc, após discursar para empresários, Dilma conheceu o projeto social do Centro Cultural Escrava Anastácia, uma ONG que ajuda reduz o risco social das crianças carentes oferecendo cursos na área de esportes. Uma das iniciativas dos voluntários reúne mais de 70 crianças e jovens para aprender surf no horário livre dos estudos.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Uma campanha ecológica e correta, Selo Verde



No Comitê da Coligação A Favor de Santa Catarina, Ideli, Vignatti e Ghizoni apresentaram hoje, dia 10 de agosto, o projeto de contrapartida ecológica referentes a todo o consumo de energia com a campanha eleitoral, o Selo Verde. Serão contabilizados os gastos com material impresso, consumo de luz, telefone, combustível, viagens aéreas, etc. Uma empresa foi contratada para efetuar o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, como uma forma de compensar a emissão de carbono e estimular a preservação ambiental.

Para a candidata ao Governo Ideli, esta iniciativa tem caráter inovador e indica o rumo de desenvolvimento sustentável que o estado de Santa Catarina deverá seguir, além de buscar a recuperação de áreas degradadas. Para Ghizoni esta é a tendência do mundo moderno. A Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas Rio 2016 serão ecologicamente corretas, com o uso de energia renovável, energia solar e bicombustível, destacou o candidato ao Senado.

Ao final Ghizoni e Vignatti comprometeram-se em, sendo eleitos, apresentarem um Projeto de Lei obrigando que todas as campanhas eleitorais tenham a contrapartida ecológica.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Multidão comemora lançamento da campanha de Vignatti ao Senado






O Lançamento da candidatura ao Senado de Cláudio Vignatti, em Chapecó, na Catedral Santo Antônio, no sábado, dia 7, foi um grande evento que ultrapassou 4.000 participantes, em uma festa com bandeiras, música e show de luzes. Participaram do lançamento Ideli Salvati, João Ghizoni, diversos prefeitos entre eles os prefeitos de Balneário Camboriú, Piriquito, e de São José, Djalma Berger, o Ministro da Pesca, Altamir Gregolim e mais de uma dezena de candidatos a Deputado Federal e Estadual da coligação A Favor de Santa Catarina, mais centenas de vereadores, lideranças comunitárias, sindicais, juvenis e populares.

A tônica de todas as falas foi afirmar a eleição de Dilma, por ser uma mulher que esteve ao lado de Lula na condução do Brasil e a necessidade que Santa Catarina siga o mesmo caminho traçado pelo Governo Federal. O objetivo é eleger a maior bancada dos partidos da coligação A Favor de Santa Catarina em toda a história do estado.

Em seu pronunciamento, Ghizoni afirmou que a “a nossa trajetória começou há muito tempo e sintetiza a esperança do povo catarinense. O governo Federal está muito bom e a Dilma irá fazer ainda melhor”. Ele destacou a amplitude da coligação como fundamental para a vitória de Ideli e o grande papel desempenhado por ela como Senadora. Agora é a vez do Deputado Federal Vignatti, e Ghizoni, no Congresso Nacional em defesa de Lula e por Santa Catarina.

Ghizoni enfatizou a importância da sua eleição e de Vignatti para fortalecer a sustentação política de Dilma e Ideli, como Senadores. O candidato ressaltou a trajetória de e disse que tem orgulho de ter iniciado ele na política, há mais de 20 anos, em Palmitos, quando se filiou no PCdoB e por muito tempo militou. Hoje atuando no PT, e como Deputado Federal, Vignatti tornou-se uma grande referência política, um líder exemplar de Santa Catarina que nunca negou suas origens e história.

Os Prefeitos Djalma Berger (PSB), de São José e Periquito (PMDB), de Balneário Camboriú, reafirmaram o compromisso de fazer uma campanha casada e de votar em Vignatti e Ghizoni para o Senado.

Ideli destacou a harmonia da coligação e adesão de outras forças políticas que irão garantir a vitória em Santa Catarina. “Se o governo Lula tem aprovação de 76% dos catarinenses, se o nosso trabalho foi importante para tantos avanços que já aconteceram no estado, podemos fazer ainda mais. Esta herança é nossa e só nós podemos dizer isso sem nenhum impedimento. Vamos lá! Eleger Dilma para continuar a mudar o Brasil, Ideli e Bretzke para mudar Santa Catarina, Vignatti e Ghizoni para fazer nossa força no Senado”, afirmou.

Vignatti empolga a multidão

Ao lado da candidata a governadora Ideli Salvatti (PT) e do candidato ao senado João Ghizoni (PCdoB), Vignatti expôs sua plataforma de proposta e defendeu a necessidade de renovação no Senado. “Santa Catarina precisa ter representantes no Senado a altura dos desafios do nosso estado. Quero ser o senador que, ao lado da nossa governadora Ideli, irá garantir os investimentos necessários para acelerarmos o desenvolvimento econômico e social”, afirmou.

Vignatti demonstrou porque ele se destaca como um dos parlamentares mais influentes no Congresso Nacional. Nos dois mandatos como Deputado Federal, coordenou o Plano Plurianual (PPA) de 2008, que discute os investimentos e obras do Governo Federal. Em 2009 presidiu a mais importante comissão da Câmara dos Deputados, a Comissão de Finanças e Tributação. Atualmente preside a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, onde é relator do projeto que aprimora a Lei Geral das Pequenas Empresas.

Dando o tom da campanha, Vignatti visivelmente emocionado, expôs sua história de sua vida, desde a saída do interior de Palmitos, passando pela Câmara de Vereadores de Chapecó, duas vezes Deputado Federal, até a realização de seu maior sonho, a conquista da segunda Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). “Quando o presidente Lula anunciou a criação da UFFS, liguei para a Preta - sua esposa Marcilei Vignatti - e disse que poderia terminar minha carreira por aqui, pois já tinha valido a pena”. A UFFS já educa 2.100 alunos em cinco campi, um em Chapecó, sede da Reitoria, dois no Rio Grande do Sul e dois no Paraná. Se Vignatti fez tudo isso como Deputado Federal, fará muito mais como Senador, tendo ao seu lado Ghizoni e Ideli no Governo de Santa Catarina.

O ato foi finalizado com muita comemoração e muita alegria por parte de todos os presentes, ao som de sua empolgante música de campanha.

domingo, 8 de agosto de 2010

Grandes atividades em Chapecó






Ao chegar em Chapecó por volta de 18.30 horas os candidatos IDELI e GHIZONI foram diretos para a inauguração do Comitê central de campanha da coligação, que fica local privilegiado no centro da cidade. Lá foi destacado a importância deste comitê como referencia de trabalho para os candidatos e para a população apanhar matérias e se envolver na campanha, afinal nossa vitória depende da militância do empenho e do trabalho de todos.

Candidatos do PCdoB de Chapecó lançam campanha

Na seqüência os mesmos participaram de uma plenária de campanha das candidaturas do PC do B da região Oeste, Valduga Deputado Estadual, Amaral e Comasseto Federais. No ato Ideli Salvati destacou a histórica de lutas do PCdoB pelas conquistas dos direitos de todos os trabalhadores, operários e agricultores da região. Ghizoni foi recebido em festa e lembrado com um dos mais antigos filiados do PCdoB e o maior incentivador dos ideais do partido.

Ideli destacou a energia positiva dos presentes e que o governo de Santa Catarina deve ser comandado por boas pessoas. “O objetivo é eleger Dilma do primeiro turno. Eu vou para o segundo turno, mas os senadores e deputados não terão a mesma chance, terão que se eleger no dia 3 de outubro. A Dilma é competente, responsável e tem capacidade para liderar o país. Somente com Ghizoni e Vignatti Santa Catarina irá avançar”, disse Ideli.

Os candidatos do PCdoB destacaram que será a primeira vez que Santa Catarina e o Brasil serão governados por mulheres. “O PCdoB possui uma longa história pela luta da terra em Chapecó. A população da cidade triplicou, mas a estrutura governamental continua a mesma, com defasagem na educação, saúde e segurança pública”, disse Valduga.

Dia D agita as ruas do Centro de Blumenau







Antes de chegar a Blumenau, Ghizoni passou por Itajaí, onde encontrou com a militância dos partidos da Coligação que se preparavam para as atividades de rua realizadas na cidade.

O Dia D agitou as ruas de Blumenau neste sábado, dia 7 de agosto, no Centro da Cidade. Antes da caminhada pelas ruas centrais da cidade, foi inaugurada a sede do comitê da coligação A Favor de Santa Catarina, que contou com as principais lideranças locais, como os Presidente dos Partidos coligados, Dalton dos Reis, ex-prefeito, os Deputados Décio Lima e Ana Paula Lima, a próxima governadora Ideli, os Candidatos ao Senado Vignatti e Ghizoni e seu suplente Odair Andreani.

Às 11h a caminhada foi iniciada na avenida central com destino a Igreja Matriz. Os candidatos conversavam com as pessoas na praça, nas ruas, no comércio.

Muita alegria e descontração na parada para o café no “pastel do japonês”. A população de Blumenau recebeu com carinho os candidatos, com muitas frases de apoio com apertos de mãos e abraços.

No final da caminhada houve um almoço - feijoada – beneficente para arrecadar recursos para ajudar APAE na manutenção dos programas sociais que desenvolve. Os candidatos ficaram estarrecidos com o relato do corte de verbas imposto pelo Governo do Estado, dos recursos que são repassados pelo Governo Federal que não estão sendo destinados para tal finalidade.

No lançamento da candidatura de Nildão, Ghizoni é recebido com carinho




João Ghizoni participou junto com seu colega candidato ao Senado da festa lançamento da candidatura de Nildão para Deputado Estadual, dia 6 de agosto, sexta-feira, no Clube Avante, em Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis. Vignatti falou das conquistas do Governo Lula e dos benefícios trazidos a Santa Catarina nos últimos anos. Ghizoni destacou a importância da vitoria de DILMA para continuar o projeto de Brasil de LULA e de IDELI para colocar Santa Catarina no rumo das mudanças que o Brasil vem segjuindo.

Acompanhe trechos de seu discurso: “quero saudar o Nildão que será o nosso próximo Deputado Estadual, saudar os amigos, amigas e a todos aqui presentes. É uma satisfação estar aqui, Nildão tem toda uma história com Florianópolis e com certeza será um grande representante da região na Assembléia Legislativa.

“Este ano será o ano das mulheres, com uma presidenta e uma governadora, mas também vamos eleger os nossos senadores e deputados. A possibilidade de vitória de nossa coligação é real. As outras coligações estão fragmentadas e a nossa, A Favor de Santa Catarina, está unida em torno de um novo projeto para Santa Catarina. É preciso aproveitar o momento que o Lula trouxe ao nosso país e eleger Ideli que vai colocar o nosso estado no rumo certo.

“O senado não pode ser o comitê da oposição, tem que ser a casa das mudanças e ajudar a próxima presidente a governar. Quero ser para a Dilma o que Ideli foi para o Lula. Muito sucesso a todos e que Deus nos abençoe”, concluiu Ghizoni.

Ghizoni prestigia posse da nova direção da Fecomercio SC




Na cerimônia de posse da nova diretoria da Fecomercio SC, no Costão do Santinho, sexta-feira, dia 06 de agosto, às 20h30min, João Ghizoni prestigiou o evento na companhia de Cláudio Vignatti, Ideli Salvati, Bretzke. No evento também estava presente o candidato a Deputado Federal Jean, de Jaraguá do Sul, cidade natal do Presidente empossado. O evento contou com uma grande participação autoridades e empresários de todo o estado.

O novo Presidente Bruno Breithaupt ressaltou em sua palestra a importância de solucionar os problemas inerentes aos empreendedores, como a redução da alta taxa de juros, a flexibilização da legislação fiscal e uma atuação mais proativa junto ao poder público.

Para desenvolver Santa Catarina e também o comércio, Bruno Breithaupt destacou a importância da agilização das obras BR 101 sul e a reforma do aeroporto internacional de Florianópolis, entre outros problemas de infraestrutra. “O governo é o vetor para o desenvolvimento, o empresário gera emprego e renda, é necessário uma parceria eficaz entre o ser público e privado, com acesso à educação, saúde e assistência social. Apesar dos avanços, há muito ainda o que fazer”.